O conceito “turno rotativo” é uma das modalidades previstas na jornada de trabalho CLT e consiste na ausência de horários fixos de trabalho. Ou seja, o colaborador pode trabalhar na empresa em qualquer horário ou turno: matutino, vespertino, noturno, além de dias de semana ou final de semana, tudo dependerá de como será a escala de trabalho dele.
Este tipo de jornada é muito utilizado no ramo da saúde, como hospitais, além de setores como hotelaria, serviço social, comércio e até alguns tipos de indústria, como a do segmento agrícola.
Apesar de ser uma prática comum e que já acontece há muitos anos, o turno rotativo ainda é um desafio para os gestores, que criam as escalas. Isso porque essa falta de padrão necessita ser muito bem organizada, além de seguir a legislação e equilibrar a rotatividade, para que nenhum funcionário trabalhe mais do que o previsto.
Como funciona o turno rotativo?
O objetivo deste tipo de jornada é garantir que a empresa esteja ativa o máximo de tempo possível, dependendo do setor, até mesmo 24 horas por dia. Por isso, os turnos rotativos precisam funcionar de modo eficiente, para que nenhuma área da empresa fique descoberta.
Nesse esquema de trabalho, os funcionários têm horários indefinidos, podem trabalhar em horários diferentes, e as folgas mudam ao longo da semana ou dos meses. Ou seja, um colaborador pode trabalhar no turno da manhã na segunda-feira e na terça-feira ir para o turno da noite e vice-versa.
O grande diferencial deste modelo é que as empresas ganham mais flexibilidade com os funcionários. Assim, elas podem ficar abertas o tempo necessário, sem exigir demais do colaborador e dando a ele opções para que ele possa se organizar e planejar o dia a dia. Mas é preciso ficar atento para que o rodízio seja feito de maneira correta e não haja a infração da legislação trabalhista.
Como fazer uma boa gestão de turnos rotativos?
Saber gerir bem este tipo de jornada de trabalho é o que fará diferença para as empresas. Por isso, confira algumas dicas que irão ajudar no processo de gestão dos turnos rotativos.
Fique atento às folgas
Como abordado anteriormente, com esse formato rotativo, é preciso estar atento às folgas dos colaboradores. A escala deve ser feita pensando nos dias alternados entre trabalho e folgas, sempre respeitando a lei que afirma o padrão: trabalhar quatro dias e folgar três.
Além disso, também é importante lembrar que mesmo com as folgas ao longo da semana, faz parte da norma que o colaborador tenha uma pausa aos domingos, pelo menos, a cada sete semanas.
De olho na legislação
Além das folgas, existem outras leis trabalhistas que devem ser levadas em conta na hora de montar a escala de turnos rotativos. São diversas normas comandadas pela Constituição, como o limite de seis horas por dia para este tipo de jornada, descanso semanal de 24 horas e remuneração dobrada em feriados, por exemplo.
É necessário estar atento a todas essas situações para que o gestor não cometa erros na construção das escalas e, consequentemente, não haja processos legais contra a empresa.
Saúde mental em primeiro lugar
É muito comum que, neste tipo de processo, alguns turnos sejam exaustivos para os colaboradores. Por isso, é importante auxiliar os funcionários em relação à saúde mental.
Problemas como ansiedade e burnout podem acontecer em quem tem uma rotina tão cansativa e em um ambiente estressante. É fundamental que a empresa promova benefícios como terapia, consultas com médicos especialistas e outras ações que impactarão positivamente na qualidade de vida dos colaboradores.
Tecnologia como auxílio à gestão
Já existem no mercado diversas plataformas e ferramentas tecnológicas que ajudam a tornar o turno rotativo e qualquer tipo de escala de trabalho mais fácil e eficiente. Elas ajudam a construir as escalas, para que o gestor tenha mais flexibilidade para trabalhar em outras áreas que demandam mais atenção.
Além de otimizar o tempo, elas também diminuem os erros e tornam o processo mais fluido e prático, já que a própria ferramenta montará a escala, respeitando os padrões da empresa e a legislação da área.
O App StarGrid, por exemplo, atua diretamente na construção de escalas em todos os setores, inclusive no segmento da saúde. Com ele, a equipe economiza tempo e custos trabalhistas, otimizando as escalas através da inteligência artificial.
Com apenas alguns cliques, feitos em poucos minutos, a escala de trabalho é construída, dando mais liberdade ao gestor. Além disso, o próprio colaborador consegue ajustar folgas e trocas, diretamente pelo App, facilitando o processo e gerando menos atrito para a equipe.
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